Stress & Depressão

Tuesday, January 17, 2006

Conclusão sobre a Depressão




Após a realização deste trabalho conclui que a Depressão é uma doença que se tem vindo a alastrar ao longo dos anos, afectando adultos, jovens, crianças e bebés, independentemente da sua situação económica ou estatuto social.
A depressão afecta todo o sistema emocional e é causada por vários factores sociais. Havendo um risco maior para a mulher, (depois do parto, na menopausa, no ciclo menstrual), também aparece na terceira idade, na adolescência e nas crianças.
Chegou-se a conclusão que é uma doença que tem tratamento, recorrendo aos fármacos. Conclui que a depressão incapacita e cria problemas no seio familiar, social e económico, tendo que haver uma grande compreensão, carinho e ajuda da parte de todos aqueles que lidam no seu dia-a-dia com esta doença.
A vida moderna, com o seu ritmo acelerado, leva ao stress e o stress não sendo tratado leva a depressão.
Realizar este trabalho foi muito benéfico pois veio aprofundar conhecimento sobre um tema que não tem sido divulgado ou esclarecido. Para o poder produzir utilizamos material de pesquisa na Internet e uma entrevista, feita por um jornal, a uma médica da especialidade.
Maria Lindalva Xavier

Tuesday, January 10, 2006

As consequências sociais da depressão





7. As consequências a nível social

A depressão é uma doença incapacitante que traz grandes despesas para o Serviço Nacional de Saúde, segundo dados, aproximadamente 10% do absentismo deve-se a sintomas depressivos.
Por isso a depressão para além de provocar graves sofrimentos aos doentes e à família, também causa danos económicos (consultas médicas e compra de medicamentos) e sociais (perda de produtividade).
Em todo o mundo os deprimidos são milhões, as estatísticas indicam que 5% da população sofre de depressão, com prevalência nas mulheres com 4,9 a 9,3% em comparação com os homens de 2,3 a 3,2%.
Aproximadamente dois em cada 10 casos de depressão prolongam-se no tempo tornando-se crónicos. Nas mulheres a depressão crónica é quatro vezes maior que nos homens.
A depressão se não for tratada pode levar ao suicídio, mas vencer a depressão é possível, basta reconhece-la a tempo e compreende-la e cura-la como qualquer outra doença.
Maria Lindalva Xavier

Conselhos sobre a depressão






6. Conselhos

6.1. Alguns conselhos para conviver com um deprimido.

Quando note algum problema é necessário falar com ela para que descreva o seu estado emocional. Ajude a pessoa procurar tratamento, se necessário acompanhe a uma consulta. Não despreze as conversas, ameaças, nem tentativas de suicídio. Convide para um passeio ou qualquer actividade que ela gostava. Ouça tudo o que ela tenha a dizer, o mais importante é ouvir com paciência e carinho. Ajude a pessoa nas tarefas diárias de casa, ela não está a ser preguiçosa, no auge da depressão até o sair da cama é impossível. Aprenda sobre a depressão, quanto mais souber, mais pode ajudar. Não deixe que a pessoa falte ás consultas e que toma a medicação a horas certas.

6.2. Alguns conselhos para pessoas com estados depressivos.

Além da medicação devem fazer todo o tipo de actividades fora de casa como: passear, ir ao teatro, cinemas, museus, praticar desporto, andar a pé, etc.

Quando estiver sozinho faça: paciências, puzzle, palavras cruzadas, reflectir, pensar, meditar, estudar, tocar um instrumento, relaxar, falar sozinha, cantar, etc.

Quando está com outras pessoas deve falar, conversar, discutir, dar um conselho, elogiar, criticar, comer, beber, jogar ás cartas, brincar com os filhos, fazer troca de carinhos, etc.

Quando está em casa deve fazer, jardinagem, bricolage, trabalhos domésticos, cozinhar, ver televisão, ouvir musica pintar, desenhar, escrever, realizar trabalhos criativos, etc.

Sempre e onde quer que esteja olhe para o céu, o mar, as árvores, os edifícios, as ruas, as pessoas, sonhe e sorria.
Maria Lindalva Xavier

Quais os sintomas da depressão








5. Quais os sintomas da depressão.
  • Estado de humor depressivo (sente-se triste ou vazio).
  • Choro frequente e sem motivos.
  • Perda de interesse ou prazer em todas ou quase todas as actividades.
  • Aumento ou diminuição de peso (anorexia, bulimia).
  • Aumento ou perda de sono em relação ao habitual.
  • Fadiga e perda de energia.
  • Sentimento de desvalorização, desespero e de culpa.
  • Dificuldades de concentração ou de tomar decisões.
  • Inquietações, agitações e irritabilidade.
  • Pensamentos sobre a morte ou suicídio ou tentativas de suicídio.
  • Falta de memória.
  • Desenvolvem sintomas físicos como cefaleias, problemas digestivos e dores difusas.
  • Nos mais jovens a depressão também pode ser acompanhada por diminuição do rendimento escolar, tendência a isolar-se não querendo conviver com ninguém, manifestações de certa agressividade e entrega ao álcool e as drogas.
Maria Lindalva Xavier

Depressão - Pessoas com mais risco


4. Pessoas com mais risco
Existem pessoas que são mais sensíveis à depressão e estão mais expostas aos riscos como as pessoas que já sofreram depressões anteriores, as que vivem com adversidades constantes, que têm problemas de relacionamento com os outros e também os que sofrem de isolamento social, como os idosos, marginalizados, mães solteiras e desempregados, assim como os que abusam das drogas do álcool e medicamentos.

4.1. Depois do parto
Também existe a depressão pós – parto pois a seguir a chegada de um filho pode desencadear-se uma crise, pois representa o momento de transformação da mulher para assumir um carácter diferente o lado materno. Além disso, começa a mudança de hábitos e ainda alterações hormonais ligados ao fim da gravidez que podem provocar perturbações de afecto, não sentindo alegria com o nascimento do bebe, crises de choro, aleitamento difícil, noites mal dormidas preocupações exageradas com o bebe e frequentes momentos de agressividade e incompreensão com o companheiro. Por isso, é melhor procurar um especialista.

4.2. Na menopausa
Para muitas mulheres este período da vida marca o fim de uma vida cheia de certezas, passando para um período de angústia em relação ao futuro sem esperança, pelo facto de perder a capacidade reprodutora que marca a sua característica de ser mulher. A depressão nesta fase também pode ser fisiológica com a diminuição da tiróide, uma glândula que regula importantes funções fisiológicas.

4.3. Ciclo menstrual
Durante as diversas fases do ciclo menstrual a fragilidade em relação à depressão muda, devido a variações hormonais, o risco de novos episódios ou agravamento de um já existente aumenta após a ovulação, na segunda fase do ciclo.


4.4. Terceira idade
Ao chegar á terceira idade muitas pessoas sentem-se inúteis, pensando que a vida não tem mais nada a oferecer. A solidão, a insónia e dores difusas pela perda da memória e ainda desorientação. Muitos idosos sofrem de depressão, como forma de reagirem á frustração causada pelas circunstâncias em que vivem. Nem sempre é fácil identificar a depressão nesta fase. O primeiro sintoma que pode levantar suspeita é uma preocupação excessiva pela sua própria saúde, seguido de sentimentos de culpa injustificados por algo que devia ter feito e não fez.

4.5. Nas crianças
Nas crianças a depressão pode aparecer desde o nascimento, elas podem nascer com sintomas depressivos. Podendo estar relacionadas com o estado emocional da mãe, durante a gravidez e pós – parto, pois existe um grande vínculo entre a mãe e o bebé. Se a mãe está bem o bebé também. O estado depressivo do bebé pode estar relacionado directamente com ele, se é prematuro ou não ou se tem outro tipo de patologia.
Os primeiros anos são importantes na estrutura da personalidade da criança e de quem a acompanha, nesses anos torna-se a figura principal na vida da criança.
Os bebés que apresentam apatia, alguns podem ter atrasos no sentar e no andar, outros não querem comer, ou podem ser crianças inconsoláveis e chorar sem parar, são bebés que não olham nos olhos e não sorriem e atrasam-se no falar.
As crianças não dizem “sinto-me mal”, elas exprimem-se pela linguagem corporal: birras, protestos, choro, abatimento, tristeza e fecham-se em si próprias guardando tudo para elas, não querendo falar, tendo atitudes agressivas, pouco rendimento escolar, fugas, mentiras, pequenos roubos e também a anorexia.
As crianças depressivas tendem a ter um sentimento de baixa-estima, desvalorizando-se com um sentimento de “não ser capaz”. Também descobre-se que no passado destas crianças houve situações de perdas ou separações que surgem como situações traumáticas que fazem desencadear um estado depressivo.

4.6. Na adolescência
Muitas pessoas têm a primeira depressão na adolescência, apesar de muitas vezes não ser reconhecida nem diagnosticada. Durante muitos anos pensaram que as crianças e os adolescentes não eram afectados pela depressão, pensando que só as pessoas com problemas e responsabilidades é que podiam ter um quadro depressivo, e os jovens como não tinham essas responsabilidades, não podiam ter um quadro depressivo, simplesmente os pais diziam “é um preguiçoso, não aprende porque não quer, não se porta bem porque é malandro”.
Maria Lindalva Xavier

Tuesday, December 27, 2005

A Depressão


A depressão

1. A depressão
É uma das doenças psiquiátricas mais frequentes, com perturbações de humor que não podem ser confundidas com sentimentos de alguma tristeza. O seu diagnóstico passa muitas vezes despercebido, quer por falta de reconhecimento da depressão como doença, porque os seus sintomas são atribuídos a outras causas (doenças físicas, stress, etc.), quer pelo facto da doença poder manifestar-se sob diversas formas que perturbam todas as áreas da vida do doente, pois afecta intensamente as emoções, afectos e comportamentos.

2. As causas
A depressão é actualmente a quarta causa mais significativa de sofrimento e incapacidade a nível mundial, depois das doenças cardíacas, cancro e acidentes de trabalho. A organização mundial de saúde prevê que no ano 2020 esta doença passe para segundo lugar.
Entre as causas da depressão pode-se incluir factores sociais como a pobreza, a solidão, a diminuição de humor, pós – parto ou perda de um ente querido, também pode surgir sem causas aparentes ou pode ser hereditário pois é mais frequente surgir mais casos no mesmo seio familiar.

3. Os factores
Existem vários factores que podem contribuir para a depressão tais como:
3.1 Factores ocupacionais como sobrecarga de trabalho, pouco descanso, não conseguir os objectivos, problemas com superiores e com a carreira, dificuldades económicas e financeiras, despedimento e reforma.
3.2. Factores familiares como famílias disfuncionais, luto e estar longe de casa.
3.3. Factores ligados com a saúde, tais como doenças crónicas ou incapacitantes, lesões graves e também fármacos para tratar outras enfermidades.
3.4. Factores ligados com acidentes, como acidentes rodoviários, domésticos e todo o tipo de acidentes com que as pessoas se possam sentir culpadas.
3.5. Factores ligados com violência, como violência física e psicológica e toda a violência praticada em tempo de guerra, incluindo o rapto e o assalto.
Maria Lindalva Xavier

Abordagem sobre a Depressão



Abordagem sobre a depressão

A Depressão será o tema abordado.
Os motivos que levaram a escolher o tema sobre a depressão estão relacionados com o meio social que nos rodeia, com o conhecimento comum de vários casos de depressão, ver como essas pessoas sofrem e muitas vezes não serem compreendidas.
Ao escolher este tema, foi despertada a curiosidade de conhecer e compreender mais sobre esta doença, para ajudar algumas pessoas a lutar contra esse estado depressivo.
Ao iniciar este trabalho deparei com as seguintes questões em relação à depressão: O que é a depressão? O que causa a depressão? Como se sentem as pessoas no estado depressivo e como as ajudar a lidar com a doença? Será que só afecta os adultos ou também as crianças e os adolescentes? Quais são as pessoas com maior risco? Existem tratamentos? Que atitudes devemos ter para viver com um deprimido e quais as actividades a desenvolver para o ajudar? A depressão será uma doença que incapacita e cria problemas no meio social e económico? A vida moderna terá influência sobre a depressão? O stress poderá levar à depressão?
Entre os objectivos traçados, propomo-nos enumerar as causas da depressão, identificá-las na infância e na adolescência. Identificar o sexo mais propenso à depressão, relacioná-lo com o mundo actual e também identificar os problemas que traz no seio familiar, social e económico. Para concretizar o objectivo a estratégia a ser usada será um auto colóquio com um Psicólogo, a criação de um blog (Internet) para aconselhamento e divulgação e criar gráficos de dados entre sexos e faixas etárias.
Divulgar e compreender as consequências da depressão e também as medidas de prevenção. A estratégia a ser usada será a criação de um folheto informativo sobre a depressão.
Maria Lindalva Xavier

A minha Conclusão



Conclusão
Após a conclusão deste trabalho, concluiu-se que o stress é um dos quadros clínicos mais frequentes entre a população mundial, e que este é um mecanismo de resposta do organismo a determinados estímulos que representam circunstâncias súbitas ou ameaçadoras.
Concluiu-se também que este está relacionado com situações de dificuldade de lidar com as pressões do dia-a-dia, como problemas financeiros, problemas familiares, problemas no trabalho, etc.
No entanto, constatou-se que existe algumas estratégias para evitá-lo entre muitas, uma alimentação saudável, o exercício físico, o descanso mental e a orientação médica.
A realização de um trabalho neste âmbito tornou-se relativamente acessível, visto, ser um tema bastante abordado nos nossos dias. Concluiu-se também que o stress pode levar a uma depressão, que se torna uma doença de difícil recuperação e constatou-se também que este problema não afecta apenas os adultos, mas também a população infantil.
No fim deste trabalho chegou-se à conclusão que não devemos fazer de um pequeno problema, um grande problema e organizar melhor a nossa vida para não ser um stress. Se não facilitarmos a nossa maneira de viver e entrarmos sempre em stress, estamos a prejudicar a nossa saúde, quando nos apercebemos estamos verdadeiramente doentes, com uma depressão.
Espero daqui para a frente seguir alguns conselhos que aprendi com a elaboração deste trabalho, para não stressar facilmente com pequenas situações da vida.

Célia Gonçalves Guerreiro

Como evitar o Stress









1. Sugestões para evitar o stress e sentir-se melhor:
1.1
– Aprenda e pratique técnicas de relaxamento, para libertar a mente de pensamentos negativos e perturbantes;
1.2 – Pratique exercício físico;
1.3 – Não sobrecarregue a si mesma, olhe à sua volta e veja se realmente existe alguma coisa que possa mudar;
1.4 – Proponha-se a um novo estilo de vida;
1.5 – Durma o suficiente;
1.6 – Evite reacções extremas;
1.7 – Tente ser positivo diante à vida;
1.8 – Tente fazer uma inspiração abdominal;
1.9 – A respiração deve ser feita frequentemente, por exemplo, sentada esperando alguém, ou fazendo um exame, conduzindo ou quando está numa fila de banco, etc...
1.10 – Espreguiçar: devemos espreguiçar de manhã, ao meio-dia, enfim, a qualquer hora do dia ou da noite, porque espreguiçar ajuda a circular a energia no nosso corpo;
1.11 – Partilhe com pessoas amigas ou familiares os sentimentos e emoções, como forma de apoio aos seus sentimentos.
1.12 – Sorria: um sorriso descontrai os principais músculos faciais. Além disso, desencadeia uma série de reacções que invariavelmente o ajuda a sentir-se bem.

Embora encontremos muito pouco material sobre o stress infantil, sabemos que não é um mal que atinge só os adultos, ele também atinge as crianças.

2. Tratar o stress
Para controlar , melhorar e prevenir os efeitos do stress, procure diferentes tipos de aconselhamento.
Consulte especialistas, psicólogos, terapeutas...

Célia Gonçalves Guerreiro

O Stress



O stress
Nas últimas décadas, cada vez mais há pessoas que sofrem de stress, afectando grande parte da população activa, sendo um dos grandes males do séc. XXI.

1. O que é o stress?
O stress é uma reacção natural do organismo diante de um estímulo ou situação especial de tensão ou de intensa emoção, que pode ocorrer em qualquer pessoa, independentemente da idade, raça, sexo e situação socioeconómica.

2. Reconhecer o que é o stress, sintomas do stress:
2.1
– dores de cabeça, esquecimentos, batimentos cardíacos acelerados, mau humor, choros sem motivo, recolhimento, músculos doloridos ou mãos frias e húmidas podem ser alguns sintomas.
2.2 –sintomas de stress inclui manifestações mentais, físicas e sociais, perda ou aumento de apetite, exaustão, tristeza, insónia e sonolência, diminuição da capacidade de concentração e atenção.

3. As causas comuns do stress.
Cada pessoa reage de forma diferente a possíveis factores da vida. Não existe pois factores absolutos, mas algumas causas comuns do stress são por exemplo:
3.1 – O estilo de vida levado;
3.2 – Situações traumatizantes;
3.3 – Divórcio;
3.4 – Conflitos no trabalho ou em casa;
3.5 – Sensação de insegurança;
3.6 – perda da estabilidade económica, como ser despedido;
3.7 – morte de pessoas próximas e outras mais causas.



4. Podemos compreender o stress tendo duas origens:
4.1 – Interna:
Os agentes stressores originam-se na própria pessoa, pensamentos, modo de ver o mundo, nível de assertividade, ansiedade e a reacção à vida.
4.2 – Externa:
Os agentes stressores originam-se no ambiente promotor de traumas, acontecimentos como morte, divórcio, entre outros.

5. Podemos compreender o stress de duas maneiras:
5.1 –O stress positivo
, que nos leva à criatividade.
5.2 – O stress negativo, que nos leva a uma postura pessimista e derrotista, frente aos nossos problemas e desafios.

6. Tipos de stress:
6.1 – Baixo stress;
6.2 – Stress ideal;
6.3 – Alto stress.

7. Podemos caracterizar o stress em três grandes momentos:
7.1 – Alerta:
o corpo e todo o metabolismo sofre acelerações, está ocorrendo a percepção de perigo.
7.2 – Resistência: desgaste de energia que utiliza, sente cansaço e queda de resistência orgânica, dificuldades de concentração e memória, podemos desenvolver problemas simples como dor de cabeça, entre outros.
7.3 – Exaustão: aumento de intensidade de sintomas e possíveis doenças como hipertensão arterial crónica, úlceras gástricas, diabetes, depressão, problemas de pele, entre outros.
Célia Gonçalves Guerreiro

Uma abordagem sobre o stress





A abordagem a desenvolver será o Stress. Coube-me desenvolver o tema do Stress.
Actualmente, a nossa sociedade, e o dia-a-dia provoca o aparecimento do Stress, e como é um sintoma muito comum entre os indivíduos sentiu-se a necessidade de aprofundar o tema.
Ao desenvolver o tema foram surgindo questões, como por exemplo: o que é o Stress? O Stress é uma doença? Como reconhecemos se estamos com Stress? Quais os seus sintomas? Quais as causas? Existe um Stress saudável? O que fazer para evitar o Stress? Terá a vida moderna influência e conduzirá ao Stress?
Os objectivos do relatório são enumerar quais as causas do Stress, compreender e divulgar as consequências, divulgar as medidas de prevenção de Stress.
As estratégias a utilizar constam na realização de um colóquio com um psicólogo, a criação de um portfólio fotográfico sobre locais e situações que produzem o Stress, e ainda, a criação de um blog da Internet para divulgação.




Célia Gonçalves Guerreiro

Tuesday, December 20, 2005

Entrevista



Por razões de respeito pela privacidade do entrevistado, este será mantido no anonimato agradecendo desde já a participação do mesmo.
O objectivo desta entrevista era ouvir de viva voz a experiência, os sentimentos e as emoções de alguém que passou por um estado depressivo.


Entrevista

Que idade tinha quando sugerir-lhe a depressão?
- Surgiu-me com 16 anos.

Como é que se apercebeu que estava com depressão?
- Não fui eu que me apercebi, foi a minha mãe. Ela apercebeu-se da situação porque foi a uma visita de estudo e durante a visita senti-me muito mal, tudo me fazia confusão.

Quais as causas que pensa que a levaram a uma depressão?
- Comecei a entrar em stress com tudo o que me rodeava, escola, amigos e família.

Quais os sintomas que começou a sentiu?
- Isolava-me, chorava, só queria dormir tinha tremores nas mãos e estavam sempre suadas.

Durante a depressão alguma vez lhe ocorreu cometer tentativa de suicídio?
- Por três vezes, tive vontade de cometer o suicídio, mas não tendo sido consumados.

Como consegui superar a doença?
- Consegui com a ajuda da minha mãe e de um psicólogo.

Visto que necessitou de um psicólogo como se sentiu ao falar de algo tão intimo junto de um desconhecido?
- Não me foi difícil, porque o psicólogo estava a par da minha situação antes de me consultar, por isso senti-me a vontade com ele.

Necessitou de medicação?
- Sim, foi necessário.

Quanto tempo precisou para a recuperação?
- Levei mais ou menos 7 meses, a recuperar.

Sabendo que teve sempre o apoio da sua mãe, e da restante família também teve apoio?
- A reacção deles não foi a melhor, mas depois também me apoiaram no que puderam.

Visto os tratamentos serem muito caros, economicamente a sua família foi muito prejudicada?
- Não, não fui muito prejudicada, porque tomei só um tipo de medicamento. As consultas ao psicólogo é que são caras.

Como reagiu fisicamente o seu corpo à depressão?
- Emagreci, pois perdi o apetite, era como se tivesse um nó na garganta e não conseguia comer

Praticou ou pratica exercício físico para ajudar à recuperação?
- Não pratico, nem nunca o fiz.

Como se sente nos dias de hoje? Ainda tem recaídas, ou já está totalmente recuperada?
- Ainda tenho recaídas mínimas, mas tenho tratamento de prevenção se for necessário.

Já era uma pessoa negativa com uma baixa estima antes de lhe ocorrer a depressão?
- Sim, já era negativa, mas baixa estima não tinha, nem tenho.

Que conselhos dá a uma pessoa que esteja com o mesmo problema?
- É muito complicado dar uma opinião, pois cada situação é diferente e pensa de maneira diferente e reage de maneira diferente.

Tinha algum conhecimento sobre a doença da depressão antes de lhe acontecer?
- Sabia que ela existia, mas não sabia como actuava.

Espero que a vida lhe corra pelo melhor. Obrigada pela sua disponibilidade. Felicidades.













Célia Gonçalves Guerreiro
Maria Lindalva Xavier


Tavira
2005

Tuesday, November 22, 2005

Sintomas de Stress( mentais,fisicas e sociais )




Sintomas de Stress inclui manifestações mentais, físicas e sociais,perda ou aumento de apetite,exaustão, tristeza, insónia e sonolência. A exaustão traz um aumento de intensidade de sintomas e possiveis doenças como hipertensão arterial crónica,úlceras gástricas, diabetes,depressão, problemas de pele,entre outros.

Sintomas de Stress


  • Os Sintomas de Stress

Dores de cabeça,esquecimentos, dificuldades de concentração e memória, cansaço e queda de resistência orgânica.

Stress




stress
Nas ultimas décadas, cada vez mais há pessoas que sofrem de stress, afectando parte da população activa, sendo um dos grandes males do século XXI.
O Stress é uma reacção natural do organismo diante de um estímulo ou situação especial de tensão ou de intensa emoção, que pode ocorrer em qualquer pessoa, independente de idade, raça,sexo e situação socioeconómica.

Tuesday, November 15, 2005

Filme: Prozac Nation





Neste filme"Prozac nation" é retratada a imagem de uma jovem em estado de depressão. Revelando todo um trajecto difícil a nível familiar e emocional, vivendo sobre stress intenso desde criança até a idade adulta, facto que a levou a uma depressão. Tendo conseguido a sua recuperação através de terapia e do medicamento "Prozac".
Na nossa opinião o filme dá uma ideia errada em relação ao tratamento com "Prozac", criando uma vida dependente de constante medicação.
Este filme não informa quase nada a respeito da depressão e do stress.Quem não tiver conhecimento sobre estas doenças não é através deste filme que vai ficar a saber.
Este filme é depressivo em vez de trazer esperança traz preocupação.

Texto editado por: Lindalva Xavier e Célia Guerreiro